sexta-feira, 13 de abril de 2012

SEGURANÇA NO TRABALHO E LINHAS DE CRÉDITO.





































































O IFA Instituto Feijó realizou nesta quinta-feira ás 19:00 horas, uma palestra sobre segurança no trabalho e Linhas de crédito para os alunos do Projeto: (Qualificar e Profissionalizar) nos cursos de qualificação em Instalador hidráulico e eletricista residencial de baixa.

Para o presidente do IFA Sr. Antonio Jarbas essas palestras têm uma importância muito relevante, porque são através delas que os Alunos podem conhecer e entender os equipamentos que serão utilizados por eles mesmos, como também muitos aproveitam a oportunidade para tirar dúvidas sobre linhas de crédito.

Proteção e segurança têm que andar alinhados e juntos para que o rendimento do trabalhador seja muito eficaz para a empresa

Os palestrantes explicaram a importância do uso de equipamentos de segurança para prevenir acidentes e alertaram que para cumprir padrões e preciso planejamento e atenção.

A palestra sobre Linhas de crédito foi realizada pelo Banco da Amazônia que falou sobre o crédito destinado ao Empreendedor Individual para investimento com recurso do fundo Constitucional do Norte (FNO).


Cárin Feitosa.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Feijó-AC: Justiça do Trabalho garante formação profissional para a construção civil


No município de Feijó (AC), a Justiça do Trabalho contribui para a formação de mão-de-obra qualificada na área de construção civil, graças ao repasse de valores apurados com multas por descumprimento de um termo de ajuste de conduta pela empresa Construmil Construções e Terraplanagem Ltda, em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho.
A entidade benefiada é o Instituto Feijó Acre (IFA) que coordena o Projeto Qualificar e Profissionalizar que atende aproximadamente 150 alunos, entre 16 a 56 anos. O primeiro módulo do programa, com previsão de encerramento para o dia 16 de abril, abrange os cursos de eletricista básico e bombeiro hidráulico.
Foi para esta turma que a Vara do Trabalho de Feijó promoveu recentemente mais uma edição do Justiça do Trabalho Vai à Escola, através da palestra sobre Prevenção de Acidentes de Trabalho, com o juiz federal do trabalho, Delano Serra Coelho, que também falou sobre direitos trabalhistas. Na ocasião, foram distribuídas cartilhas e revistas em alusão ao assunto.

Ascom TRT 14
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terça-feira, 3 de abril de 2012

Minuto Criança Esperança

Policial é principal agressor de jovens moradores de rua, diz pesquisa.



Brasília – Levantamento financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP/DF) aponta os policiais como os principais agressores de adolescentes que vivem nas ruas. Dos 127 jovens entrevistados, 47,1% disseram já ter sido alvo de violência. Em 26,3% dos casos, o agressor era um policial. Em seguida, aparecem outros moradores de rua (17,5%). O estudo sobre a população de rua da capital federal está disponível no site do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Política Social (Neppos), da Universidade de Brasília (UnB).

Ao identificar a violência entre os próprios moradores de rua, a exposição à chuva e ao frio, a discriminação e a vigilância e violência policial como os principais problemas relatados por quem vive nas ruas, o levantamento aponta que meninos e meninas sem casa são muito mais vítimas que autores de atos violentos. Entre os agressores estão parentes, desconhecidos e agentes públicos, inclusive policiais, contra os quais quase 5% dos jovens admitem já ter reagido violentamente.

Entre os adolescentes entrevistados, apenas 23,5% disseram ter sido obrigados a deixar a convivência familiar por quebra dos vínculos (maus-tratos na família, não se sentir bem com os parentes, expulsão de casa ou separação e morte de algum parente). Os pesquisadores destacam que isso também contraria o senso comum, já que, mesmo vivendo nas ruas, a maioria dos jovens mantém os vínculos familiares.

A maioria desses jovens (39%) vive na região central da capital. Em seguida vêm as regiões administrativas de Águas Claras (23%) e Ceilândia (9%). Quase 38% das famílias desses adolescentes têm casas alugadas. Dos entrevistados, 49% são do Distrito Federal, 16% da Bahia e 13% de Goiás.

A maioria (86%) não concluiu o ensino fundamental, mas 60% continuam matriculados na escola.

Entre os adolescentes que vivem nas ruas, 63% não trabalham. Dos que têm alguma atividade econômica, 34% recolhem ou reciclam material e 29% guardam ou lavam carros. Em 43% dos casos, o ingresso no mundo do trabalho se deu antes de a criança ter completado 12 anos. Apenas 2% pedem esmolas e pouco menos da metade (49%) dos adolescentes trabalham mais de 7 horas diárias por dia.

Pouco mais de 45% dos adolescentes moradores de rua admitiram usar ou já ter usado drogas. Desses, 8,7% fazem uso apenas de drogas lícitas (cigarro e bebidas alcoólicas) e 36,5% consomem drogas ilícitas. As drogas mais consumidas são cigarro (31,1%), maconha (23,4%), bebida alcoólica (14,4%) e crack (10,8%).

Fonte: Agência Brasil - 02/04/2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012














Esta e uma noticia que nós não queríamos divulgar mais infelizmente somos obrigados financeiramente suspender as aulas de informática básica pois não temos apoio para dar continuidade aos cursos hoje atendemos em torno de 90 alunos de baixa renda que iram concluir seus cursos dia 13 do corrente mês e a partir desta data infelizmente não teremos mas condições de mantermos nosso laboratório funcionando. 


Antonio Jarbas da Silveira Dourado 

Presidente do IFA